domingo, 12 de agosto de 2012

Dia dos pais


Neste dia comemorativo aos pais faço uma reflexão sobre esta data.
Acordei com um pensamento: "o que significava para mim este dia quando criança?" A figura do  pai representava ser o maior de todos,  o melhor, aquele que sabia fazer só coisas corretas e que seguiríamos como exemplo para toda vida. Era ele o responsável pelo sustento da nossa família através do seu trabalho, também era o protetor o qual confiávamos quando estávamos em apuros a nos defender de tudo e todos. Para minha mãe, e talvez para a maioria das mulheres daquela época, tanto seus pais, como maridos eram pessoas as quais deveriam ter a responsabilidade como um todo neste processo. Um exemplo que recordo era quando minha mãe dizia "aí vem o teu pai" ou "vou contar para o teu pai" era o suficiente para nós como filhos ficarmos comportados e até, na realidade, temerosos. Enfim, eram nossos heróis principalmente em nossa infância. E agora nos dias atuais quando nos deparamos com inúmeras crianças sem esta convivência paterna, frutos de produção independente, como elas ficam? Muitas sabem quem é seu pai mas não podem desfrutar do seu dia a dia, nem ter o mesmo sentimento que nós tínhamos ou ainda pior, aqueles que nem sabem quem é seu verdadeiro pai. É triste constatarmos esta realidade por conta do modernismo, da vida agitada que se leva, da própria mídia que incute que comprando um presente caro ou bonito pode passar por cima de todos os valores de uma boa criação de pai e mãe juntos na construção da família, que é sempre e será o alicerce maior das crianças e  dos futuros adultos. Posso ter a certeza hoje, como pai e avô, que fui "abençoado por Deus" como diz a música de "Jorge Ben Jor" por priorizar na criação de meus dois filhos: Igor e Helen e de tentar passar a eles o que sempre para mim foi o mais importante do que qualquer presente que possa vir a ganhar. O qual seja de cuidar, educar e encaminha-los para vida. Este não é só um presente que ganho deles, mas sim de mim mesmo. 
FELIZ DIA dos PAIS, em especial, a todos que tenham esta mesma meta cumprida ou a cumprir.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Olimpíadas ou olim-piadas

Levando-se em conta o tamanho geográfico de nosso país e, por consequência, o número populacional a quantidade de medalhas alcançadas em proporção a outros países de tamanho infinitamente menor e com alcance no quadro de medalhas superior ao nosso; posso afirmar que fracassamos. Fomos para Londres em algumas modalidades como franco favoritos, no entanto alguns não conseguiram sequer figurar entre os medalistas. Nos esportes coletivos falta aos nossos atletas pensar no próprio coletivo. No que tange aos individuais fomos com uma expectativa de várias medalhas de ouro, como salto com vara, salto a distancia, ginastica em barra ou no cavalo ou até mesmo no solo pretendíamos exito total, no entanto nossos ginastas parecem que não estavam preparados ou concentrados. De onde menos se esperava é que se obteve a medalha de ouro com um jovem de 22 anos, Arthur Zanetti, nas argolas.O próprio judô onde tínhamos vários lutadores renomados conseguimos apenas um ouro.No atletismo parece que não teremos medalhas. No vôlei está a nossa maior chance, pois no basquete masculino e feminino nada conquistado. No futebol feminino foi a pior participação, no masculino vamos a final, mas o México está acostumado  a nos  ganhar então é melhor ficarmos atentos. Sem aquela de "já ganhou" pois por duas vezes acabamos ficando somente com a de prata e todos sabemos que ser segundo é frustrante. Bem, como as olimpíadas ainda não terminaram, vamos aguardar e ver o que o final nos reserva. Aí poderemos fazer um comentário mais efetivo. Por enquanto ficamos na torcida. E vamos ver em que colocação a nível de país ficaremos.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Surpresa!!!Parabéns, sexagenário!

Sem pedir licença, vou fazer uma homenagem ao meu querido "sexagenário".
Dia 26 de julho, Paulo Monteiro, completou seus 60 anos e numa data tão especial queremos lhe desejar muita saúde, paz e alegria.
Beijos de todos,em especial de tua esposa e companheira de tantos anos...










Te amo!!!

domingo, 15 de julho de 2012

CANGUÇU II

Falando, especificamente, no futebol de mesa organizado pelo pessoal de Canguçu (que por muito tempo ficou fora das competições oficiais) causou-nos uma surpresa agradável. Recebeu apoio da prefeitura do município e também do Banco do Brasil,  este emprestou sua sede campestre para os botonistas realizarem os jogos. Uma sede ampla e bem iluminada e com um bar com excelente atendimento, tanto por parte das pessoas como a boa alimentação, quer seja no almoço ou nos lanches. E pelo que nos informaram, durante o campeonato interno, o atendimento é mantido  nos dias de jogos. Foi um campeonato de alto nível com o maior numero de associações presentes  em todas que já foram organizadas até o momento.No total, foram de 16 agremiações sendo que cada uma tinha 5 participantes. Foi também o campeonato por equipes que também teve o maior equilíbrio entre os participantes. Nossa associação, a AFUMERG, ficou em quarto lugar em sua chave mesmo não contando com dois de seus melhores botonistas, que talvez se tivessem jogado nossa colocação poderia ter sido ainda melhor. De qualquer forma, os botonistas que foram procuraram dar tudo de si para representar seus associados. Agora voltamos a nosso campeonato interno para na próxima competição oficial da FGFM possamos estar com a equipe completa para uma melhor classificação. A seguir algumas imagens do campeonato.

Botonistas da AFUMERG





Fotos:M@rmo.OMonteiro

segunda-feira, 2 de julho de 2012

CANGUÇU

 Canguçu, considerada a cidade serrana da zona sul do Estado, foi a capital do futebol de mesa neste fim de semana. Lá se reuniram botonistas para disputa do campeonato estadual de equipes.Eu, particularmente, há quase 30 anos não visitava esta cidade. Um lugar com subidas imensas e decidas que se perde a dimensão do que nos espera lá embaixo. Eu e minha esposa que tínhamos ido por volta do ano de 1983 até esquecemos como era este lugar. Vivemos em uma cidade plana e quando nos deparamos com altos e baixos chega a nos dar receio de como devemos andar, quer seja de carro ou caminhar nas elevações mais acentuadas. Esta cidade centenária, rodeada de campos, traz visualizações simplesmente magníficas, mas também a preocupação quando vemos casas lá no alto escoradas em terra de chão batido, como se diz. É claro que seus moradores estão acostumados com este cenário, tem casas líndas e uma paisagem difícil de descrever, onde a natureza ainda se impõe perante a cidade. Fiquei a recordar que foi nesta cidade onde ganhei meu primeiro troféu na nova era do futebol de mesa com a regra brasileira oficializada. Era um "integração" que reuniu as associações das cidades de Rio Grande, Pelotas, Canguçu e Jaguarão. Foi também nesta cidade onde num campeonato estadual me classifiquei entre os quatro melhores. Fazendo uma retrospectiva deste fim de semana: eu e minha esposa saímos de Rio Grande no sábado em torno das 6:45 h com uma librina e quando pegamos a estrada estava uma cerração,a medida que andávamos em certo lugares parecia um nevoeiro e quando alcançamos a estrada para Canguçu, isto tudo parecia se misturar. Ainda bem que já amanhecia e ficava mais claro, nos permitindo uma melhor visibilidade quando já estávamos chegando. Aquelas subidas nos dava a impressão que íamos para o céu e quando descíamos parecia que estávamos despencando lá do alto como mencionei anteriormente. Lá revi pessoas e até tive uma participação, embora que pequena, no campeonato representando minha associação. O mais importante de tudo isto foi estar junto de amigos, o passeio, a companhia de minha mulher. Tiramos fotos pelos arredores, no centro da cidade, na praça, na igreja e voltamos com um ar de satisfação por um lugar totalmente diferente do que estamos acostumados a estar. Foi muito bom, mesmo sendo um lugar próximo, cerca de uns 120 km, mas totalmente diferente do que estamos acostumado: Rio Grande, cidade plana e com a maior praia em extensão e Canguçu com suas elevações e muitos campos limpos.



                                   

                                     

domingo, 17 de junho de 2012

ORGANIZAÇÃO

Acompanhando os campeonatos europeus que se caracterizam pela organização e sucesso é possível fazer um paralelo com os da América do Sul.  O número de torcedores que vão a campo comprovado através da média de público é bem superior, destaque para a Alemanha, Inglaterra, Espanha, Itália e França.  Lá as redes de TV tem interesse em transmitir as competições e disputam em contratos milionários o que mais lhe convém. Hoje em dia o mercado asiático através dos meios de comunicação, também demonstrou interesse em patrocinar  e transmitir os eventos esportivos. Para tudo funcionar perfeitamente dentro do que é exigido e da preferencia do consumidor é preciso ter profissionais especializados nestas áreas, existindo uma diferença da América onde a coisa é feita sem o brilho do espetáculo. Em relação a Europa tem o sentido de atrair e distrair a quem assiste como uma festa não só para quem está presente ao acontecimento como aos telespectadores. É notório que há um abismo entre estes dois segmentos sendo assim nossa preocupação no que tange a Copa do Mundo de 2014. Aqui tudo é feito em cima da hora, a organização muitas vezes sem a mínima estrutura, pessoas que não tem experiência mas querem opinar e até dar sugestões, e ainda alguns com cargos políticos chegam comandando sobre o que deve ou não ser feito. Em organizações deste porte não há lugar para achismo, tem de ter especialistas no assunto, projetos bem elaborados, empresas responsáveis pela execução e as verbas gastas sob um rigoroso controle de distribuição para todas as obras necessárias. Sob a ótica politica que poderia auxiliar no controle de verbas não dá para confiar, pois vive-se num mundo de corrupção e os políticos não se apresentam com credibilidade para se quer ser ouvido, quanto mais participar de decisões. A cultura em vista da diversidade que há no nosso país no que se refere a regiões, também deve ser bem apresentada ao público internacional, preservando as tradições de cada lugar. Vejam como por exemplo a Eurocopa  que envolve vários países e sempre muito disputada, mesmo sendo organizada por países que sofreram mudanças politicas há bem pouco tempo, lá se vê os organizadores fazendo de tudo para não comprometer  o que foi planejado. Até mesmo o controle de policiamento pela  grande rivalidade dos povos que ali se avizinham está dentro do previsível pelo programa ostensivo e bem aparelhado para eventos desta envergadura. Uma competição que mexe com o emocional tanto a nível esportivo como do próprio patriotismo, sempre é difícil de se lidar. A Europa mesmo vivendo um momento de crise financeira ao organizar eventos de massa mostra que consegue através da cultura de seus povos, bem acima de nós da América do Sul, ter força politica e capacidade de ORGANIZAÇÃO. Será que aprenderemos algum dia com eles?

sábado, 2 de junho de 2012

Admirando a natureza

Esta postagem fizemos em conjunto.
Saímos a pedalar pela praia do Cassino...e noutro dia pelos arredores ...

                                                              As imagens dizem tudo.

                        Praia










Arredores do Cassino - Localidade:  Bolaxa - 1º  de junho

















Bolaxa- rua Ana Pernigotti