segunda-feira, 2 de julho de 2012

CANGUÇU

 Canguçu, considerada a cidade serrana da zona sul do Estado, foi a capital do futebol de mesa neste fim de semana. Lá se reuniram botonistas para disputa do campeonato estadual de equipes.Eu, particularmente, há quase 30 anos não visitava esta cidade. Um lugar com subidas imensas e decidas que se perde a dimensão do que nos espera lá embaixo. Eu e minha esposa que tínhamos ido por volta do ano de 1983 até esquecemos como era este lugar. Vivemos em uma cidade plana e quando nos deparamos com altos e baixos chega a nos dar receio de como devemos andar, quer seja de carro ou caminhar nas elevações mais acentuadas. Esta cidade centenária, rodeada de campos, traz visualizações simplesmente magníficas, mas também a preocupação quando vemos casas lá no alto escoradas em terra de chão batido, como se diz. É claro que seus moradores estão acostumados com este cenário, tem casas líndas e uma paisagem difícil de descrever, onde a natureza ainda se impõe perante a cidade. Fiquei a recordar que foi nesta cidade onde ganhei meu primeiro troféu na nova era do futebol de mesa com a regra brasileira oficializada. Era um "integração" que reuniu as associações das cidades de Rio Grande, Pelotas, Canguçu e Jaguarão. Foi também nesta cidade onde num campeonato estadual me classifiquei entre os quatro melhores. Fazendo uma retrospectiva deste fim de semana: eu e minha esposa saímos de Rio Grande no sábado em torno das 6:45 h com uma librina e quando pegamos a estrada estava uma cerração,a medida que andávamos em certo lugares parecia um nevoeiro e quando alcançamos a estrada para Canguçu, isto tudo parecia se misturar. Ainda bem que já amanhecia e ficava mais claro, nos permitindo uma melhor visibilidade quando já estávamos chegando. Aquelas subidas nos dava a impressão que íamos para o céu e quando descíamos parecia que estávamos despencando lá do alto como mencionei anteriormente. Lá revi pessoas e até tive uma participação, embora que pequena, no campeonato representando minha associação. O mais importante de tudo isto foi estar junto de amigos, o passeio, a companhia de minha mulher. Tiramos fotos pelos arredores, no centro da cidade, na praça, na igreja e voltamos com um ar de satisfação por um lugar totalmente diferente do que estamos acostumados a estar. Foi muito bom, mesmo sendo um lugar próximo, cerca de uns 120 km, mas totalmente diferente do que estamos acostumado: Rio Grande, cidade plana e com a maior praia em extensão e Canguçu com suas elevações e muitos campos limpos.



                                   

                                     

domingo, 17 de junho de 2012

ORGANIZAÇÃO

Acompanhando os campeonatos europeus que se caracterizam pela organização e sucesso é possível fazer um paralelo com os da América do Sul.  O número de torcedores que vão a campo comprovado através da média de público é bem superior, destaque para a Alemanha, Inglaterra, Espanha, Itália e França.  Lá as redes de TV tem interesse em transmitir as competições e disputam em contratos milionários o que mais lhe convém. Hoje em dia o mercado asiático através dos meios de comunicação, também demonstrou interesse em patrocinar  e transmitir os eventos esportivos. Para tudo funcionar perfeitamente dentro do que é exigido e da preferencia do consumidor é preciso ter profissionais especializados nestas áreas, existindo uma diferença da América onde a coisa é feita sem o brilho do espetáculo. Em relação a Europa tem o sentido de atrair e distrair a quem assiste como uma festa não só para quem está presente ao acontecimento como aos telespectadores. É notório que há um abismo entre estes dois segmentos sendo assim nossa preocupação no que tange a Copa do Mundo de 2014. Aqui tudo é feito em cima da hora, a organização muitas vezes sem a mínima estrutura, pessoas que não tem experiência mas querem opinar e até dar sugestões, e ainda alguns com cargos políticos chegam comandando sobre o que deve ou não ser feito. Em organizações deste porte não há lugar para achismo, tem de ter especialistas no assunto, projetos bem elaborados, empresas responsáveis pela execução e as verbas gastas sob um rigoroso controle de distribuição para todas as obras necessárias. Sob a ótica politica que poderia auxiliar no controle de verbas não dá para confiar, pois vive-se num mundo de corrupção e os políticos não se apresentam com credibilidade para se quer ser ouvido, quanto mais participar de decisões. A cultura em vista da diversidade que há no nosso país no que se refere a regiões, também deve ser bem apresentada ao público internacional, preservando as tradições de cada lugar. Vejam como por exemplo a Eurocopa  que envolve vários países e sempre muito disputada, mesmo sendo organizada por países que sofreram mudanças politicas há bem pouco tempo, lá se vê os organizadores fazendo de tudo para não comprometer  o que foi planejado. Até mesmo o controle de policiamento pela  grande rivalidade dos povos que ali se avizinham está dentro do previsível pelo programa ostensivo e bem aparelhado para eventos desta envergadura. Uma competição que mexe com o emocional tanto a nível esportivo como do próprio patriotismo, sempre é difícil de se lidar. A Europa mesmo vivendo um momento de crise financeira ao organizar eventos de massa mostra que consegue através da cultura de seus povos, bem acima de nós da América do Sul, ter força politica e capacidade de ORGANIZAÇÃO. Será que aprenderemos algum dia com eles?

sábado, 2 de junho de 2012

Admirando a natureza

Esta postagem fizemos em conjunto.
Saímos a pedalar pela praia do Cassino...e noutro dia pelos arredores ...

                                                              As imagens dizem tudo.

                        Praia










Arredores do Cassino - Localidade:  Bolaxa - 1º  de junho

















Bolaxa- rua Ana Pernigotti
       
                                                   



sábado, 12 de maio de 2012

Mãe e mulher


A data comemorativa ao dia das mães é uma forma de homenagearmos a figura da mulher. Hoje o ser feminino na sociedade já alcança destaque em todas as esferas que nosso universo abrange. Costumeiramente se dizia que "mãe" é uma só. Permitam-me discordar dessa fala muito usada pelas pessoas, principalmente as de mais idade. Na minha modesta opinião, o ser mulher já nasce com este predicado e é aperfeiçoado depois, na sua criação desde menina. A mulher, ainda conserva este sentimento de cuidar, zelar, abrigar a todos que necessitam, tendo ou não laços afetivos ou maternos. Se alguma criança, adolescente ou até mesmo o adulto permitir, ela lhe oferecerá proteção, com certeza fará isso com a maior boa vontade, porque está em seu íntimo este dom. Portanto não devemos comemorar no próximo domingo, o seu dia só porque nossas mães, esposas ou filhas estão na situação de "Mãe" e sim, por tudo que elas tem representado, principalmente nos dias atuais onde assumem um papel muito mais valioso do que, unicamente, cuidar ou zelar por alguém. A mulher se preparou, progrediu, buscou seu espaço sem se quer perder todos os encantamentos que a própria natureza lhe estabelece, a de ser feminina. Nós, homens, devemos valorizar as mulheres enquanto profissionais, empreendedoras e administradoras dos seus lares que souberam conciliar suas conquistas junto ao papel de mães.
  Então  "PARABÉNS" a todas MULHERES em especial a MARIA DO CARMO, minha esposa e HELEN, filha e à memoria de minha MÃE ELIETH.

terça-feira, 1 de maio de 2012

CIDADE DE RIO GRANDE E O TRABALHADOR

Foto: Maria do Carmo O. Monteiro
Neste dia 1º de maio comemorado dia do trabalhador, nossa cidade aponta como a nova capital do trabalho, dando a certeza de que o progresso está chegando. O crescimento já é notório em nosso ambiente, pois há pessoas em nosso meio com outros costumes, modos de vestir, de falar e até mesmo de se manifestar. De agora em diante teremos que conviver com uma nova realidade, uma vida mais agitada no transito tanto nas ruas como nas estradas. Por outro lado, vemos que por mais que os governantes tentem  mudanças pontuais nas vias de rolamento, a velocidade dos acontecimentos superam estas iniciativas. Portanto devemos entender todo este processo de transformação em nosso município se quisermos ter qualidade de vida. E como fazer isto? Fazendo a nossa parte no que diz respeito a tolerância, mudando alguns hábitos costumeiros como sair em cima da hora, obedecer os transcursos dos fatos e sobretudo respeitar para ser respeitado. Sabemos que como até então isto para nós era rotina acabávamos fazendo  sem grandes problemas. Devemos colaborar no que está a nosso alcance para uma convivência satisfatória. Não quero dizer com isto que precisamos aceitar tudo que vai ser imposto a nós e ficar na obediência, mas sim com o entendimento de que moramos todos no mesmo planeta e as modificações através dos tempos não tem volta. Poderia fazer várias considerações, mas acredito que as pessoas  por si próprias sabem discernir o que devem fazer e como proceder no que se refere a todas estas transformações. Se não o fizerem podem ter a certeza que passarão por muitas dificuldades. O mais importante disso tudo é  mostrarmos aos mais novos que esta realidade vai estar em nosso meio de agora em diante. Pois onde há oferta de trabalho gera possibilidade de ganho e, consequentemente, movimenta a economia  da cidade do Rio Grande, aumentando a expectativa para muitos trabalhadores.